quarta-feira, 6 de outubro de 2010

Custo é um desafio para adoção da NF-e pelas micro e pequenas empresas

   Uma realidade no cotidiano de muitas empresas, a Nota Fiscal Eletrônica (NF-e) traz no eu bojo muitos desafios.

   Para José Tarcísio da Silva, presidente da Confederação Nacional das Microempresas e Empresas de Pequeno Porte (Comicro), um deles é o custo inerente à sua adoção.

   A legislação obriga o uso de certificados digitais para a emissão da NF-e. “A certificação digital custa caro, havendo certificadores que cobram até R$ 450,00”, afirma Silva.

   Ele lembra, ainda, a necessidade de o contribuinte ter computador e internet em banda larga, o que representa um custo médio mensal de R$ 250,00.

   Para minimizar esse custo, o presidente da Comicro sugere a criação, pelo governo, de um programa para reduzir preço da internet banda larga. O fim da burocracia, a agilidade nos procedimentos de emissão, a redução dos custos com impressão de formulários e de armazenamento são apontadas como algumas das principais vantagens da NF-e.

   A sua adoção também torna mais eficiente a relação entre os contribuintes e o Fisco. Este último, por sua vez, ganha um poderoso instrumento de controle e fiscalização.

   Através da NF-e, tanto a Receita Federal quanto as Secretarias Estaduais de Fazenda podem acompanhar em tempo real as transações das empresas e, assim, fiscalizar o recolhimento de tributos.

   Empresas de diversos setores da atividade econômica são obrigadas a emitir a NF-e. O último lote de adesão ocorreu em 1º de outubro. Outro grupo deverá seguir o mesmo caminho a partir de dezembro.

*Fonte: www.tiinside.com.br

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