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quarta-feira, 4 de janeiro de 2012

Alguém superior a você é fundamental

Das últimas leituras, me chamou a atenção uma história contada por Stephen Kanitz quando viajou ao lado de um senhor de terno, cara de executivo, lendo a Bíblia. Ele pensou que fosse um daqueles bispos de igrejas que visam o lucro, mas que era na realidade um Vice Presidente de uma empresa subsidiária do grupo Alcoa. Ao se apresentar perguntou porque ele estava lendo a Bíblia, ao que o executivo respondeu: "Como Vice Presidente de uma grande empresa eu tenho muita influência e poder sobre a vida de milhares de pessoas. Se eu não tomar cuidado, este poder pode subir à minha cabeça, o que causaria muita infelicidade. Por isto, acho importante ir todo domingo à Igreja, para relembrar que existe uma pessoa mais poderosa e muito mais sábia do que eu."

Já ouvimos muitas razões para ler a bíblia, orar e ir à Igreja, mas esta é uma ideia nova. Lembrar de Deus não somente para pedir perdão ou para pedir ajuda, mas uma forma para lembrar àqueles que comandam, que tem poder, de ter o bom senso de “baixar a bola”, perceber todo domingo o limite da prepotência, fazer semanalmente alguns atos de humildade, como todos nós.

Muitos daqueles que tem o poder em nossas organizações sejam publicas ou privadas, esquecem em seus atos, que existe algo superior a História, que não vai à Igreja mostrar humildade, nem jogar um balde de água fria na sua própria arrogância. Kanitz escreve que “A nova classe dominante das universidades, da mídia, dos líderes dos movimentos sociais, dos políticos e de muitos intelectuais passou a acreditar que não há ninguém superior a eles, que eles sabem tudo, que farão o que quiserem das instituições que dominam, sem ter que prestar contas a mais ninguém. Para estes, os fins justificam todos os meios dos quais podem lançar mãos, pois infelizmente não enxergam ninguém superior.

Ter alguém superior a você é fundamental, inclusive e principalmente se você lidera pessoas, decidindo parte de suas vidas!

Fonte: www.gestaonegociosecia.blogspot.com

sexta-feira, 24 de junho de 2011

Decidir é preciso!

Decisões são escolhas, mas para escolher é preciso ter atitude, que é hoje cada vez mais reconhecida como qualidade fundamental para alguém ser considerado competente. Competência é um conjunto, formado por conhecimentos, habilidades e atitudes. Em outras palavras, são competentes os que sabem fazer e praticam o aquilo que sabem. Segundo o filósofo Taoísta Lao Tsé “Saber e não fazer, é ainda, não saber!”

Na dimensão pessoal, às vezes até sem perceber, tomamos decisões diariamente, que afetam a nossa vida em diferentes níveis de profundidade. O gestor toma decisões de pequeno e grande porte a todo o momento, só que o nível de complexidade destas decisões pode alterar a vida profissional e pessoal de muita gente.

Quando o estrategista da organização toma uma decisão errada, pode-se perder muito, inclusive alguns dos melhores e mais valorosos talentos. Os erros nas tomadas de decisões vão minando aos poucos, a imagem, a credibilidade e o desenvolvimento da organização, que outrora foi conquistado às custas do esforço e da competência muitas vezes dele mesmo e de tantos colegas.

Acredita-se que os pequenos erros, aqueles que poucos percebem, quando somados, prejudicam mais do que um grande erro, percebido pela maioria, pois aí soam os sinais de alerta alto e as eventuais intervenções acontecem.

Com receio das conseqüências de eventuais decisões equivocadas, talvez por insegurança, há quem vá protelando determinadas decisões. Porém, este é em geral o erro mais grave, pois a pior decisão é não decidir! Precisamos ter em mente que quem decide pode errar e principalmente, que quem não decide já errou!

Na maioria das vezes, as decisões não tomadas, só agravam a situação, que no início poderia ter uma solução fácil, mas que vai ficando mais difícil com o passar do tempo. Lembre-se que para viver e gerir melhor é preciso decidir!

Fonte: Blog Gestão, Negócio e Cia

quarta-feira, 13 de abril de 2011

10 qualidades indispensáveis para um bom profissional

   Abrileri, presidente da Curriculum e especialista em recolocação profissional, indica as principais qualidades que o profissional precisa ter para conquistar espaços e se garantir no mercado de trabalho. Confira abaixo.

1 - Capacitação técnica específica

   Esta continua sendo a principal e fundamental exigência. Se você não estiver apto a exercer bem a função que pleiteia, dificilmente conseguirá conquistar a vaga. Uma boa formação, cursos adicionais, experiência na função são importantes na hora de competir por uma vaga de trabalho.

2 - Visão global

   Além de ser bom no que faz, é importante que você compreenda quais os impactos de sua parte sobre o todo. Ter uma visão global ajuda na comunicação em geral, tanto com pares como superiores ou subordinados.

3 - Estar bem informado

   Vivemos hoje na sociedade da informação. Quem é munido de conteúdo sempre sai na frente. Nada melhor do que conversar com alguém que sabe o que está acontecendo sobre a função que exerce. Você deve ser o ponto de referência na empresa quando o assunto estiver relacionado à sua área. Agora, se puder também se informar sobre atualidades, economia, lazer, artes, esportes, internet, negócios, entre outros assuntos, melhor ainda. Você se torna alguém bem mais aberto e com muito mais possibilidade de interagir com outros da companhia. Mas não se esqueça: o principal conhecimento que você deve ter é relacionado à sua área de atuação.

4 - Facilidade com tecnologia

   O computador e a internet são hoje ferramentas fundamentais de trabalho e comunicação. Quem interage bem com estas tecnologias e tem familiaridade com elas tem uma grande vantagem competitiva.

5 - Internet e redes sociais

   Quem navega bem na internet e utiliza as redes sociais de maneira correta sabe como tudo isso pode ajudar para se informar, encontrar respostas e resolver problemas, e da mesma forma ganha pontos frente aos demais concorrentes.

6 - Idiomas (inclusive um bom português)

   Num mundo cada vez mais globalizado, ter conhecimento de outro idioma é muito importante, principalmente o inglês. O Brasil ainda é um país que carece de pessoas que tenham domínio sobre outras línguas. Quem tem conhecimento em inglês e espanhol tem ainda mais vantagens. Mas lembre-se: saber bem o nosso português, por mais óbvio que seja, faz muita diferença.

7 - Educação continuada

   Workshops, cursos de curta duração, palestras e pós-graduação, entre outros, sempre será algo valorizado pelas companhias. Mas não aja de modo a apenas colecionar diplomas. Conhecimento é muito valioso, portanto empenhe-se e realmente aproveite as oportunidades para aprender e crescer como pessoa e profissionalmente.

8 - Trabalho voluntário

   Ter no currículo experiências como voluntário mostra que você é um profissional preocupado com valores importantes. Ações como essa não são apenas bem vistas no âmbito profissional, mas amadurecem o ser humano.

9 - Elegância e cordialidade

   Essas qualidades podem ser mostradas em diversos aspectos – na maneira de se vestir, em como falar, nas atitudes. Ser elegante e cordial sempre atrai. Tais características ajudam a conquistar e demonstram maturidade e simpatia. Todos querem estar ao lado de pessoas agradáveis.

10 - Bons valores

   Caráter e valores têm sido mais valorizados pelos recrutadores. Às vezes são naturais e nascem com a pessoa, são do interior dela, outras vezes são aprendidos em casa, mas também podem ser cultivados através da percepção e da valorização correta destas qualidades. Qualquer que tenha sido a forma de absorvê-los, o importante é ter bons valores. Com eles você se torna não apenas um bom profissional, mas um ser humano exemplar e de bem com a vida.

*Fonte:www.administradores.com.br

terça-feira, 29 de março de 2011

Humildade e honestidade melhoram capacidade profissional, diz estudo

   Quanto mais honestidade e humildade um profissional demonstrar no ambiente de trabalho, melhor ele será avaliado por seus superiores.


   Essa é a nova descoberta de um estudo da Universidade de Baylor, nos Estados Unidos, que comprovou que as pessoas com as qualidades mencionadas são as que alcançam os melhores resultados no trabalho.

   Segundo os responsáveis pelo levantamento, os profissionais mais bem avaliados eram pessoas pouco ambiciosas, muito sinceras e justas, focadas em atender a necessidade do próximo.

   "Este estudo mostra que aqueles que possuem a combinação de honestidade e humildade têm um desempenho melhor", afirma os pesquisadores americanos.
Ética profissional

   Para a diretora executiva da Ricardo Xavier Recursos Humanos, Izabel de Almeida, a honestidade acaba trazendo reflexos em todo o trabalho que o profissional desenvolve.

   "Como consequência da honestidade, vêm a credibilidade e a ética, assim como o respeito ao próximo, aos colegas e aos clientes. Tudo isso gera beneficios a esse profissional”, aponta a especialista.

   Segundo Izabel, uma pessoa íntegra, desde que seja capacitada e mostre habilidades no dia a dia, consegue sempre ser lembrada em uma hora de promoção ou trabalhos interessantes.

   "Em uma época sem muitos valores, na qual o funcionário desonesto pode passar sem ser impune, sempre é benéfica a aparição de pessoas de caráter, que gerem confiança", afirma Izabel.
Ambiente corporativo

   No Brasil, de acordo com a especialista, é comum entre as empresas optarem pela transparência e honestidade de seus profissionais. Porém, essa característica não é unânime.

   "Já atendi muitos profissionais que foram desligados por conta da indisciplina e desonestidade dos outros colegas. A longo prazo, pessoas assim [desonestas] podem acabar com o ambiente em que trabalham", explica.

   Atualmente, o profissional que preserva seus valores morais sempre é bem visto, por sua humildade e integridade, por seus superiores. Para Izabel, a soma de qualidades como essas faz do profissional um ser diferenciado.
*Fonte: www.administradores.com.br
 
 

segunda-feira, 28 de março de 2011

Acredite mais em você mesmo

   A música "Ciranda Bailarina" dos compositores Edu Lobo e Chico Buarque nos faz refletir no quanto as pessoas são diferentes e algumas, abandonam a ação de confiar em si, negam tentar algo novo, porque o medo de falhar estará refletindo em fracasso. Nos tópicos a seguir, observe como não desistir de acreditar em você. Perceba que são poucas as coisas que se aprende na vida, sem que se erre pelo menos uma vez.

   Superar a zona de conforto – Quando uma pessoa não quer fazer uma atividade, qualquer desculpa serve. O detalhe é que as repetitivas justificativas têm um modo estranho de se transformar em realidade. São pessoas que observam seu reflexo no espelho logo cedo e, ao contrário de um sorriso feliz, em comemorar mais um dia saudável de vida, despejam uma tormenta de energia negativa com reclamações, desavenças e descontentamentos. O que seria de uma bailarina, se as dores musculares justificassem parar de dançar? Superar a zona de conforto é uma importante ação para compreender a diferença entre falhar e ser um fracasso. Admita que talvez, você não tenha feito o melhor possível e para sentir o gostinho de uma vitória, será necessário aplicar um esforço a mais.

   Alterar o estereótipo de perfeição – Há no sistema nervoso humano, uma substância conhecida como Neuropeptídeo (NPY), que faz a comunicação entre os neurônios e afetam a maneira como observamos as reações ao nosso redor.
Quanto menor a quantidade da substância NPY, mais pessimista se torna o ser humano. A bailarina na canção é um estereótipo de perfeição, sem problemas, dores, tristezas e cicatrizes no coração. Mas quem não os tem? Na vida, algumas pessoas aprendem a mudar pela dor e outras por amor. Não se negue a oportunidade de compreender suas fraquezas e procure perceber, o que parece o fim pode ser o começo de uma grande transformação na sua vida.

   Não deixe a cortina do palco da vida fechar – A capacidade de acreditar é abalada com expressões do tipo: “Você não vai conseguir! Outras pessoas já tentaram e não conseguiram! Desista, isso não vai dar certo!” Há obstáculos que depois de superados tornam-se verdadeiras lições, de aprendizagem e estímulos que influenciam nosso comportamento, a maneira de viver e contribuem para uma nova direção. O momento mágico da bailarina é quando a cortina do palco abre e ela demonstra toda competência, brilho e encanto. Não permita cair em armadilhas geradas pelo pessimismo e mau humor. Não deixe a cortina do palco da sua vida ser fechada para as oportunidades que estão a sua volta. Ninguém mais do que você, possui a capacidade encantadora de mudar.

   A letra da música “Ciranda da Bailarina” diz: “Sala sem mobília, goteira na vasilha, problema na família, quem não tem, procurando bem, todo mundo tem”. Incertezas, receios, adversidades e desconfianças fazem parte do ser humano.

   O interessante é perceber que algumas pessoas direcionam seus olhares para os erros, outros para a possibilidade de melhorar continuamente. Não permita que as pessoas a sua volta, tenham a capacidade de destruir sua autoestima e, paralisar sua vontade de acreditar na força de superação. Você pode e merece ser feliz. Lembre-se que na vida, não há aviso prévio como no ambiente profissional e o momento de acreditar, mais em você, não é amanhã, mas já!

*Fonte: www.br.hsmglobal.com

quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

Contratar, capacitar e reter talentos ainda é desafio para empresas de TI

Segundo o Dieese, só na cidade de São Paulo, existem 1,231 milhão de pessoas sem emprego.Este dado faz com que seja um senso comum que qualquer vaga seja rapidamente preenchida. Mas no mercado de TI, essa dinâmica é diferente.



Existem muitas oportunidades e poucos profissionais qualificados.



Assim, as empresas sofrem na busca de pessoas e quem já está empregado, tem maior poder de negociação.



Quem fizer a melhor proposta ganha o profissional.



Levantamento feito pela Associação para Promoção da Excelência do Software Brasileiro, apontou que já no início do segundo semestre de 2010, o mercado buscava cerca de 71 mil profissionais de TI.



O fato mais preocupante é que a mesma pesquisa afirma que, em 2013, esse déficit será de 200 mil profissionais.



Fazendo uma avaliação do setor, podemos notar porque isso acontece.



O mercado tornou-se muito segmentado.



Hoje, as empresas não só optaram por atuar em determinados nichos, como também buscam profissionais especializados em cada um dos fabricantes, ou até mesmo em soluções específicas.



Não existe mais o profissional de TI e sim o funcionário formado em TI, especializado em alguma tecnologia.

Aquele profissional que entendia tudo do assunto ficou no passado e as instituições de ensino superior ainda levarão algum tempo para acompanhar o ritmo com que o mercado avança.



Elas precisam redesenhar seus modelos de trabalho e verificar as demandas de profissões na área de TI que apareceram nos últimos anos.



Além disso, as tecnologias que surgem a cada dia colocam ainda mais desafios na formação.



É possível que nos próximos anos existam mais profissionais especializados.



O conceito cloud computing (computação em nuvem) é uma dessas tecnologias que exigirão ainda maior formação, conhecimento e experiência do profissional.



Na prática, a responsabilidade por formar efetivamente esses profissionais ficou para as empresas do setor.



Como nesse mercado a formação teórica e o conhecimento básico não são suficientes, as companhias precisam fazer investimentos para capacitação profissional, arcando com custos de especializações e de certificações.



Este é um movimento arriscado, pois é exatamente esse profissional capacitado que o mercado busca.



Após fazer todo o investimento, a companhia pode perdê-lo, caso ele receba uma proposta melhor.



A empresa precisará, então, encontrar outro profissional e recomeçar todo o processo de formação.

A situação é difícil para todos os envolvidos.



Muitas companhias deixam de investir com medo de que o profissional vá embora depois de formado e o profissional que quer ingressar no mercado não consegue emprego porque ainda não tem a formação específica exigida.



Este ciclo não afeta somente o relacionamento entre empresa e colaborador.



É um risco também para os negócios. Imagine que o seu funcionário é o responsável por um grande projeto na TI de um importante cliente.



Quando ele anuncia que vai embora, o cliente pode sentir esse desligamento.



O tempo para contratar e capacitar um novo profissional colocará esse negócio em risco e é possível também que o cliente não se adapte ao novo recurso escolhido para gerenciar o projeto.



Apesar do risco, ainda acho válido o investimento na formação por parte das empresas. Isso deve ser aliado à busca por oportunidades dentro da casa para ele se desenvolver e vestir a camisa da companhia.



O fato de estar próximo desse colaborador, ajudando-o e auxiliando-o no crescimento profissional é uma importante ferramenta para que ele compreenda que a empresa precisa dele e ele da empresa.



Sair em busca de novos profissionais, além de ser mais caro pelo próprio processo, gera um desgaste com clientes.

E neste caso, o ônus seria bem maior.



Já a pessoa que olha para sua carreira não deve esperar até que uma empresa resolva investir na sua profissionalização.



São poucas as companhias dispostas a isso e a espera vai deixá-lo ainda por mais tempo longe do mercado.



Quem deseja tornar-se um executivo de TI de sucesso nunca deve perder a oportunidade de aprender.



Começar como estagiário ou trainee já é um importante passo.



Além de se profissionalizar em fabricantes de ponta no mercado uma outra opção é buscar as certificações necessárias para atingir o nível profissional de interesse.


terça-feira, 28 de dezembro de 2010

Carreira: o que você pretende para o próximo ano?

   Estimular a criatividade com novas experiências, ser realista, ampliar as áreas de interesse, tirar do baú antigos sonhos, pensar em novas formas de fazer velhas coisas, são algumas das dicas de Fábio Zugman e Michel Turtchin para tornar possíveis as metas para 2011.

   Mais um ano está chegando ao fim. Como sempre, é normal questionarmos sobre nossos objetivos, rotinas, o que conseguimos nesse ano e o que queremos para o próximo.

   O ano novo não é só um marco no calendário. A virada pode ser uma oportunidade para reavaliar a vida e pensar em mudanças a serem feitas. Para Fábio Zugman e Michel Turtchin, autores do livro "Criatividade sem Segredos"; a primeira dica é ser realista. Não mirar alto demais. É comum vermos pessoas escrevendo suas famosas resoluções de ano novo com objetivos como emagrecer vinte quilos ou dobrar o salário. O ideal é pensar em pequenas mudanças que possam ficar mais perto do objetivo de forma concreta. Ao invés de dizer "vou emagrecer vinte quilos", um objetivo concreto como "vou mudar algumas atitudes para melhorar minha saúde" é mais realista e fácil de ser medido e controlado para saber se está no caminho de atingir o objetivo.

   Aliás, quanto mais concretas as propostas de mudança, melhor. "Comer doces apenas nos fins de semana" ou "ir à academia 3 vezes por semana" colocam a pessoa em seu caminho de perder os tais 20 quilos com a vantagem de dar as ferramentas para atingir a meta. Da mesma forma, "conseguir um salário melhor" pode se refletir em "fazer mais cursos profissionalizantes", "procurar um novo emprego" ou "se esforçar mais para impressionar o chefe".

   As festas de fim de ano também são um período ótimo para pensar em colocar um pouco mais de criatividade na vida. "Quem aprende a usar um pouco mais sua criatividade no dia a dia, seja no trabalho ou em outras atividades, percebe um grande aumento em sua satisfação pessoal." Dizem os autores.

   Procurar uma nova atividade, tentar um novo esporte, se matricular em um curso de uma nova língua, cursos de extensões, artes, ler um livro diferente, aprender a fazer um novo prato ou qualquer outra coisa que chame a atenção. "Todos possuímos uma variedade de interesses, é uma pena que tão poucas pessoas acabem os explorando". Isso não quer dizer que a pessoa precise se tornar um especialista. O convívio com novas idéias, pessoas e ambientes, por si só, acabam sendo um grande estímulo ao dia a dia.



   Por último, é bom pensar em novas formas de fazer velhas coisas. Chamar aquele colega de trabalho cujo relacionamento foi se deteriorando ao longo do tempo para uma conversa; é uma boa saída. Lidar com uma questão na equipe que esteja incomodando faz tempo; também é outra forma de reinventar o cotidiano. Nessa época do ano as pessoas costumam estar mais abertas a esse tipo de acerto de contas. Cabe, também, fazer uma auto avaliação.



   Se o trabalho não satisfaz mais, talvez seja a hora de finalmente procurar outra coisa para fazer, ou quem sabe fazer aquele curso ou viagem que vem adiando faz algum tempo.



   "Toda mudança, no começo pode trazer algum desconforto." Dizem Fábio e Michel. "Por outro lado, após o choque inicial, as pessoas costumam ver que ao menos tentar valeu a pena, e é comum se questionarem por que não fizeram algo antes".



   O importante é declarar que 2011 será um ano mais criativo e produtivo e, é claro, mãos à obra.



terça-feira, 7 de dezembro de 2010

Como gerir o comportamento profissional dentro da empresa

   Toda empresa tem colaboradores com comportamentos distintos: o expansivo e brincalhão, que costuma ganhar a simpatia de todos; o mais acomodado, sempre levando as piores broncas; o líder natural, focado em resultados e objetivos; o calado e introspectivo às vezes surpreendente na execução de determinadas tarefas. Enfim, inúmeros tipos de personalidades que, quando combinadas, podem fazer maravilhas pelos resultados e faturamentos de um empreendimento.



   Na opinião do escritor, economista e terapeuta comportamental, Jamil Albuquerque, a maneira como a 'combinação' de temperamentos dos funcionários influi nos resultados da empresa e no clima organizacional é, pelo menos em parte, do chefe. "Cada gestor tem que saber como estimular as virtudes e minimizar os vícios comportamentais dos seus colaboradores. Quem está comandando precisa desenvolver a arte de lidar com pessoas difíceis; as melhores atitudes são acolher, corrigir e apoiar", afirma. Os profissionais, por outro lado, devem atentar para a moderação dentro do ambiente de trabalho, sob pena de prejudicar a própria carreira.



Virtudes



   Para superar as falhas comportamentais, as virtudes podem e devem ser trabalhadas tanto pelos gestores quanto pelos próprios profissionais. Jamil acredita que entre as qualidades e habilidades procuradas no temperamento profissional estão a visão, inspiração, assertividade, planejamento, comunicatividade e percepção de sustentabilidade, atributos que não são exclusivos de apenas um tipo de comportamento e podem ser abordados de diferentes maneiras por diferentes pessoas.



   Como as pessoas podem lidar com isso? Como minimizar as falhas e maximizar as boas características do temperamento? A resposta para essa pergunta, conforme Jamil, foi dada 400 a.C. pelo filósofo Sócrates. "Conhecer a si mesmo é a chave para moldar o comportamento; existem traços imutáveis no comportamento, mas também há traços mutáveis, que podem ser construídos ao longo da vida", indica.



Nove tipos



   Para Jamil, existem nove tipos de comportamentos ou modelos de temperamentos profissionais. Cada qual conta com suas virtudes e vícios, de modo que não há um comportamento melhor ou pior. Confira:



1. Perfeccionista – Costumam atuar nas áreas financeiras ou contábeis das empresas. Geralmente são metódicos.



2. Prestativo – Carismáticos e voluntariosos, geralmente ocupam cargos que envolvam contato com pessoas, como vendas e RH.



3. Bem-sucedido – São considerados exemplos de dedicação, eficiência e realização profissional. São facilmente reconhecidos em atividades como advocacia, administração e consultoria;



4. Emocional – Pessoas com essa linha de comportamento tendem a ser sensíveis, criativos e autênticos. Têm mais afinidade com áreas que exigem senso artístico e compreensão, como decoração, psicologia ou jornalismo;



5. Observador – São equilibrados, racionais e analíticos, não gostam de estar dentro dos acontecimentos, preferindo ficar 'de fora', observando e analisando. Engenharia, Tecnologia da Informação e áreas relacionadas à pesquisa são as preferidas;



6. Questionador – As suas melhores características são a lealdade e o comprometimento; costumam ser precavidos e cautelosos. São hábeis na percepção de riscos, qualidade que os torna comuns em cargos de gerência;



7. Sonhador – Geralmente são criativos, otimistas e bons de improvisação, o que representa uma grande vantagem em tempos de crise. São mais ligados às áreas que exigem mais idéias, como marketing e publicidade;



8. Confrontador – O tipo mais ligado à liderança. Pessoas com essa linha de comportamento são realizadoras e objetivas.



9. Preservacionista - É o tipo mais adaptável, pode exercer funções variadas dentro da empresa e aprender outras atividades sem protestar. Seu temperamento é calmo e sereno.

*Fonte: www.administradores.com.br

segunda-feira, 29 de novembro de 2010

Saiba como começar a planejar sua vida profissional antes de 2011

   Eduardo Shinyashiki (palestrante e especialista em desenvolvimento humano) defende que, para começar a ter uma vida profissional regrada e planejada, é necessário começar desde já, ou seja, assim que terminar a leitura desse texto.

   O pressuposto é que a falta de planejamento implica em perda de tempo e isso pode resultar em males diversos quando o assunto é vida profissional, desde o desperdício de oportunidades até as finanças.

   Eduardo acredita que existem seis etapas para quem pretende fazer um planejamento profissional:

1. Definir o resultado que espera, ou que disciplina pretende adotar para atingir tais resultados, já que planejamento é algo contínuo;

2. O que é preciso fazer ou aprender para se chegar ao patamar esperado;

3. Quem ou o quê pode ajudar durante esse processo. Um desconto especial na mensalidade do curso, um amigo que domine o idioma estrangeiro que você precisa aprender; tudo isso é válido;

4. Assuma a responsabilidade pelo que está acontecendo ou não durante a execução do planejamento. Não adianta reclamar, dizer que estava errado desde o começo e querer desistir. É preciso rever os erros e buscar corrigi-los;

5. Cumpra o compromisso assumido. Recomeçar é mais complicado do que continuar. Além disso, às vezes somos mais comprometidos com outras pessoas do que conosco, mas, nesse caso, é fundamental que se mantenha o compromisso firmado consigo mesmo;

6. Faça ajustes, aprenda a negociar para atingir os objetivos mais rapidamente, mas nunca negocie 'para menos'.

Para hoje?

   Eduardo também lembra que o excesso de atividades 'urgentes' no nosso dia-a-dia não é desculpa para esquecer o planejamento ou achar que isso é algo 'congelado' e pouco dinâmico. Quando as situações imprevisíveis são antecipadas com o preparo profissional, fica mais fácil superá-las.

   "Quando vem uma 'onda' inesperada, ela vai exigir de mim os pontos fortes, não os fracos, embora estes também fiquem expostos após o enfrentamento da situação. Na próxima onda, os pontos fracos estarão fortalecidos. Não podemos permitir que situações imprevisíveis adquiram proporções maiores do que elas realmente têm. Ao invés de ficar se criticando pelas suas fraquezas, assuma o compromisso e as oportunidades que tem para fortalecer seus pontos fracos", destacou o especialista.

*Fonte: www.administradores.com.br























terça-feira, 23 de novembro de 2010

Quatro dicas de Gary Hamel para competir pelo futuro

   Segundo as palavras de Gary Hamel, conheceremos agora suas dicas para que as companhias possam fazer frente a tais desafios - ou oportunidades? Hamel sugere os quatro comportamentos fundamentais das empresas do futuro.

1. SEJA OUSADO, TENHA AMBIÇÕES ELEVADAS

   Se você não mirar alto, não vai acertar alto. Levantar a barra significa estabelecer objetivos arrojados que lhe puxem sempre para cima, mantendo ambições elevadas. Sem descambar para a megalomania, é preciso lembrar que grandes objetivos nem sempre resultam em grandes avanços, mas pequenos objetivos nunca resultam.

2. QUESTIONE OS DOGMAS

   As condições nas quais as empresas competem mudam em ritmo acelerado. É preciso, então, reinventar-se repetida e rapidamente. Inovar, buscar novas formas de alcançar objetivos - aliás, objetivos mais ambiciosos, certo? Deve-se, assim, romper com o passado e abraçar o futuro, por mais estranho que ele possa parecer.

3. ENCONTRE AS FRONTEIRAS

   Como começa a maioria das pesquisas de mercado que uma empresa faz quando quer lançar um produto, ou mudar um que já tenha. Antes que você responda, repito a advertência de Hamel: não faça benchmark! Nunca vi ninguém começar um estudo de concorrentes dizendo: 'vamos ver o que eles fazem para fazer exatamente o oposto".



   Seus concorrentes dificilmente lhe apontarão uma direção - especialmente se você está preparando o lançamento de algo inédito, num mercado inexistente. Só quem pode fazer isso são os seus clientes.



   São os "clientes", aliás, que constroem toda a hierarquia da Web. As interações dos usuários é que determinam o que é melhor ou pior, o que sobe e o que desce. Outros mercados também funcionam assim e as empresas precisam começar a entender esta linguagem.

4. EXPERIMENTE

   Quando tentamos fazer coisas novas - ou antigas, mas de uma maneira diferente -, nós saímos da nossa zona de conforto e passamos a navegar por águas desconhecidas. Esta mudança dispara os sistemas de medo do cérebro, que podem impedir a pessoa de agir.



   Mais do que uma característica marcante da cultura corporativa, a inovação passa a ser uma necessidade competitiva. Pois quando você encontra problemas sem precedentes, você precisa de soluções sem precedentes. E são estas inovações que haverão de reinventar a Tecnologia da Administração na próxima década. Uma década que deixará para trás palavras como valor, qualidade, crescimento, liderança, diferenciação, excelência e, possivelmente, adotará prazer, beleza, verdade, honra, sabedoria, justiça. Pois não há como inspirar pessoas se você se baseia em princípios pobres.

*Fonte: www.administradores.com.br

terça-feira, 16 de novembro de 2010

Conheça os 10 mandamentos de um vendedor de sucesso

   O presidente do CDPV (Centro do Desenvolvimento do Profissional de Vendas) e autor do livro "Histórias dos Verdadeiros Campeões de Vendas" (Ed. Ferreira Negócios), Diego Maia, explica que o que diferencia estes profissionais é a maneira como lidam com os desafios da carreira.



   "É possível diferenciá-los pela forma como estas pessoas encaram seu serviço. Um vendedor de sucesso faz além das suas possibilidades. Ele também tem comprometimento com a sua carreira", explica o especialista.



Conhecimento



   Ele acrescenta que um vendedor bem-sucedido busca ter conhecimento e informações além do que é exigido pela profissão. Maia aconselha que estes profissionais façam cursos na área ou até mesmo livres, já que em algum momento as informações extras podem ajudá-los em uma venda.



   Ele conta que um vendedor de vinhos conquistou uma rede de restaurantes porque ouviu os funcionários conversando sobre qual a diferença entre enólogo, sommelier, entre outras nomenclaturas.



   Como esta pessoa tinha conhecimento da área devido aos cursos realizados, ele explicou a diferença para os funcionários, o que despertou o interesse de um comprador por este profissional. "Ele tinha um diferencial, por isso conquistou o cliente", diz.



   O especialista declara ainda que a realização de cursos aumenta o networking do profissional. Mesmo em cursos não relacionados a vendas, conhecer outras pessoas amplia as possibilidades de realizar negócios.



Mandamentos



   O autor indica 10 atitudes que podem diferenciar um vendedor medíocre de um profissional de sucesso. "Estas dicas não servem somente para área de vendas, mas para as outras profissões", informa.



Preparação: Além de cursos como graduação, pós-graduação, cursos livres de vendas, marketing, negócios e cursos livres, é aconselhável a leitura de livros e revistas;



Planejamento de carreira: tenha em mente aonde deseja chegar. Por isso, estabeleça metas palpáveis. O especialista aconselha que as pessoas escrevam seus planos, assim não estarão somente no plano das idéias;



Planejamento financeiro: organização financeira é fundamental, já que muitos profissionais dependem da comissão de vendas. Pense no futuro. Faça seguro especializado para área e um plano de previdência privada;



Comprometimento: Tenha comprometimento com a empresa, com o produto e com os clientes. "É mais do que vestir a camisa", declara Maia;



Aprender com os erros: ao errar, peça o feedback, desde o chefe até o cliente;



Inovação: inovação não deve ser no sentido técnico ou científico. O vendedor deve colocar em prática todos os dias alguma ideia nova, como enviar artigos ou reportagens aos clientes que possam interessar, não almoçar sozinho, conhecer outros lugares, entre outras coisas;



Networking: deve ser feito tanto com profissionais da mesma área como com os de setores diferentes. Além de manter contatos com os clientes. "É se fazer presente. É estar permanentemente em contato com as pessoas", afirma Maia.



Faça com os outros o que você gostaria que fizessem com você: é fundamental ter ética. Ajude o cliente a crescer;



Venda e negocie benefícios: é importante enfatizar o que o produto pode proporcionar ao cliente;



Seja um portador de boas notícias: ninguém faz negócios com pessoas desmotivadas, por isso deixe os problemas de lado, e não os leve para o cliente.

*Fonte: www.administradores.com.br

segunda-feira, 8 de novembro de 2010

A força da humildade

   Nestes tempos globalizados em que vivemos, a palavra humilde teve seu significado distorcido para pobreza de espírito, ignorância, fraqueza... Sentidos que, na realidade, ela não possui. A palavra humilde vem do latim humile e, etimologicamente, quer dizer baixo, rente com a terra.



   Na natureza, como todos sabem, tudo se transforma. Temos um grande exemplo de humildade, quando as folhagens, frutos, animais mortos e troncos se decompõem, voltam para a terra em forma de adubo orgânico, nutrindo toda a vida à sua volta. Sob este prisma, cada um de nós, um dia, terá com certeza a sua oportunidade de ser humilde.



   Segundo os hebreus, humildade é modéstia e reconhecimento, oriunda da palavra hebraica "hoda'a", que significa dizer "muito obrigado" a Deus. A humildade, ao contrário do que muitos pensam, não é depreciar a si mesmo, nem a ignorância com relação ao que somos, mas justamente o inverso; é o conhecimento exato do que não somos; é a aceitação plena dos próprios defeitos e qualidades sem a necessidade de invocar a vaidade.



   A verdadeira humildade é vista apenas nos processos de autoconhecimento avançados; é aquela em que o homem tem consciência plena de quem ele é – das suas habilidades, das suas qualidades e defeitos –, compreende, assim, a natureza da sua inferioridade, reconhece seus limites, mas isto não o aflige; ele se esforça para atingir a excelência na busca incessante de seu aperfeiçoamento físico, mental e espiritual.



   A Humildade é a coragem de assumir que "posso estar errado" e exige a responsabilidade de aprender com as experiências e conhecimentos disponíveis ao seu redor.



   Segundo a filosofia judaica, se a tolerância é o motor da vida, a humildade é o seu combustível.



   Juan Luis Lorda professor de Antropologia na Faculdade de Teologia da Universidade de Navarra na Espanha diz que quem ama a verdade, procura formar a consciência: conhecer os princípios morais, pedir conselho a pessoas corretas e com experiência; não considerar humilhante que nos corrijam. De fato, os outros observam-nos de fora e com mais objetividade do que nós mesmos. Também é preciso tirar experiência dos próprios atos, examinar-nos com freqüência (diariamente) e corrigir os erros. É preciso ser humilde para reconhecer os erros e retificar, mas isso nos dará uma grande sabedoria, e capacidade de ajudar os outros também.



   Sendo assim o auto conhecimento é a base da humildade , um exemplo ineverso disso é a declaração do jogador de futebol, o Português Cristiano Ronaldo no final de 2008 , "Eu sou o Primeiro, o segundo e o terceiro melhor jogador de futebol do mundo". Quantos supostos Cristianos Ronaldos nós conhecemos na empresa e no mundo , aqueles que acham que resolvem tudo sosinhos, experimente coloca-lo num jogo onde somente ele integrasse o time.



   Humildade é trabalho em equipe , é reconhecer que o outro é tambem peça fundamental do seu sucesso.



   Li numa revista uma vez uma declaração fantástica: "Caso você encontre quaisquer erros nesta revista, por favor, lembre-se que eles foram colocados ali de propósito. Tentamos oferecer algo para todos. Algumas pessoas estão sempre procurando erros e não desejamos desapontá-las".



Mas como desenvolver a humildade?



Segue algumas atitudes diárias que desenvolvem a humildade:



Admitir que você não é o dono da verdade e que não sabe tudo;



Ouvir os outros com atenção, pois qualquer pessoa pode lhe ensinar alguma coisa;



Não confundir humildade com humilhação;



Coragem! Humildade não é para covardes e fracos, somente os fortes conseguem ser humildes;



Conseguir enxergar os pontos fortes ao invés dos fracos das pessoas ao seu redor;



Ter sensibilidade para perceber e disponibilidade para servir;



   A humildade será um diferencial dos líderes do futuro, pois o sucesso das organizações dependerá cada vez mais de sua capacidade de valorizar as pessoas incentivando-as a vencer a si mesmas.



   Lembrando-se de que humildade tem uma característica estranha, ela é a viagem não o destino, pois no momento em que achamos que a temos, já a perdemos.



*Fonte: www.administradores.com.br

terça-feira, 19 de outubro de 2010

Quer alavancar a sua carreira? Então saia da zona de conforto!

   Se perguntassem hoje como é seu desempenho na empresa em que trabalha, qual seria a resposta? Você faz a diferença ou prefere apenas fazer o mínimo exigido? Seus resultados estão freqüentemente acima da média, ou somente "dão para o gasto"? Na hora de decidir, tem coragem para ousar, ou prefere apostar no de sempre e fazer o possível? Você se contrataria para um cargo acima do atual?

   O ganhador do prêmio Nobel de Economia de 2002, Daniel Kahnneman, desenvolveu sua tese, baseado em 30 anos de estudos, sobre a irracionalidade nas decisões de consumo e investimento. Nomeada como "Prospect Theory", a pesquisa revelou que as falhas e as distorções em nossos processos decisórios são regra, e não exceção como se pensa, e mostrou também que a maioria dos indivíduos costuma ficar satisfeita com avaliações superficiais.



   Uma das distorções mais evidentes nessas avaliações é o exagero ao se tratar do próprio talento. Na média, as pessoas crêem serem mais honestas, capazes, inteligentes e justas do que as outras. Dão a elas mesmas maior responsabilidade por seus sucessos e menor por seus fracassos. As ilusões as levam a verem o mundo não como é, mas como gostariam que fosse, reforçando a tendência de se acomodarem cada vez mais.



   A explicação analisada por Kahneman é que isso acontece porque temos dois sistemas de pensamento:



• Sistema 1: quando estamos nesse modo de ação, as decisões que fazemos são rápidas, sem esforço, e potencializadas por emoções. São determinadas pelo hábito. Ao fazermos escolhas baseadas nesse sistema tomamos decisões precipitadas e muitas vezes ruins.



• Sistema 2: aqui os pensamentos são baseados no raciocínio. É consciente, deliberado, analítico, lógico, racional. É mais lento, exige esforço, mas pode ser controlado. Este sistema dá mais trabalho, mas é muito mais seguro, principalmente em situações de risco.



   Ao ficarmos no sistema 1, preferimos nos enganar e optamos por manter um trabalho igual ao dos outros que, consequentemente, gera resultados parecidos. Acreditamos em nossas mentes, no quão competente elas nos fazem crer que somos, e não assumimos nossas responsabilidades naquilo que está dando errado. Sair da zona de conforto, onde os resultados são previsíveis, requer planejamento, dedicação e esforços mais intensos do que a média das empresas e das pessoas faz. Resumindo: mais tempo, coragem, honestidade consigo mesmo e muito mais trabalho.



   Lembre-se: na maioria dos casos, ser bem sucedido é fazer mais e melhor,  de forma consistente, e por um longo período. Tudo tem seu preço, e o do sucesso é bastante alto. Como diz o ditado popular, "a vida costuma ser dura para quem é mole!". Ou seja, saia da zona de conforto, use mais seu sistema 2, e tenha uma boa viagem em direção ao sucesso!



*Fonte: www.administradores.com.br

quarta-feira, 13 de outubro de 2010

Por que o importante é não parar de fazer perguntas?

   As perguntas nos fazem pensar e aprender. A qualidade do nosso aprendizado para qualquer assunto ou conceito depende da quantidade e do fluxo das perguntas que fazemos. As perguntas aperfeiçoam o conhecimento e provocam outro olhar e uma nova perspectiva. Ao fazer uma pergunta você também está demonstrando interesse pelo assunto. Quando ouvimos alguém responder nossos questionamentos apreciamos seu esforço e sua atenção.

   Na história da humanidade, fazer a pergunta certa foi sempre considerado a marca de um homem sábio. O que torna um pergunta boa? De bate pronto, vem aquela cena de sala de aula quando o aluno Joãozinho faz uma indagação e o professor, depois de três segundos pensando, responde: “Boa pergunta Joãozinho”! O professor começa um processo frenético de buscar nos seus arquivos mentais, na pasta específica, o documento que tem a resposta. A reflexão para pensar antes de responder uma pergunta é um indicador de que você formulou uma boa questão. A reflexão envolve recordar, pensar, imaginar, dar sentido, significado ao assunto e, principalmente, tentar se fazer entender.



   Pergunta e reflexão dão tempo às mentes dos envolvidos a funcionar. Esses segundos para refletir após uma indagação permitem que o diálogo aconteça de forma mais produtiva e interessante. Rubens Alves, no seu clássico texto Escutatória, ressalva que damos pouco valor ao escutar e muito ao falar: “Sempre vejo anunciados cursos de oratória. Nunca vi anunciado curso de escutatória. Todo mundo quer aprender a falar. Ninguém quer aprender a ouvir”. Como líder, é necessário que você aprenda a ouvir para que possa ser ouvido.



   Uma habilidade importante para ser um bom líder é saber fazer perguntas pertinentes e também permitir que os outros as façam. Grupos onde “fazer perguntas” não é bem visto ou a quantidade de questionamentos feitos semanalmente nas reuniões é pequena, pode também ser um sinal de ambiente de trabalho autoritário. A liberdade de poder não concordar com tudo é fundamental para provocar as centelhas das grandes e boas ideias. Quando a intenção da pergunta é promover o aprendizado, estimular a reflexão ou permitir a dúvida, as pessoas sentem-se motivadas a contribuir e começam a perguntar: E se…? Esse é o início do processo que gera a tão almejada interação entre as pessoas.



   Outra estratégia para fazer boas perguntas é evitar o começo da frase com a palavra ‘COMO’ e iniciá-la com ‘DE QUAIS MANEIRAS’… No segundo caso, você já indica que existem diferentes caminhos a serem seguidos e passa a não se preocupar com a primeira resposta ou com a resposta certa. Esse impulso natural de fazer afirmações e julgamentos deve ceder lugar ao ato de ouvir, perguntar e refletir. No processo criativo, começamos pela geração de uma boa quantidade de ideias para depois trabalhar na escolha e na qualidade das ideias. Fazer perguntas é fundamental na prática da Criatividade e, a partir daí, se chegar à Inovação.



*Fonte: www.vocesa.abril.com.br

segunda-feira, 4 de outubro de 2010

O que é qualidade de vida?

   Definitivamente, qualidade de vida tem tudo a ver a com a superação de desafios. Ao contrário do que se imagina, milhares de aposentados se deprimem pouco tempo depois de deixar o trabalho em busca daquela tão sonhada qualidade de vida. O que a qualidade de vida tem a ver com você?

   Há um bom tempo que a qualidade de vida tem sido assunto na vida das pessoas e das organizações. Em cada revista que você lê, programa que você assiste, curso que você faz e até mesmo nas poucas oportunidades que você tem de discutir sobre o assunto, há sempre alguém batendo na mesma tecla: você deve melhorar a sua qualidade de vida.

   O fato é que, exceto o seu cardiologista particular, todo mundo tem uma fórmula mágica para melhorar a qualidade de vida, mas na prática não consegue aplicar um terço daquilo que apregoa. Fico pensando naqueles médicos barrigudos que diagnosticam a necessidade de o paciente fazer regime, porém não conseguem olhar para si mesmos com tanta ternura e preocupação.

   O mais intrigante de tudo isso é que, quando se fala em qualidade de vida, o ser humano é remetido automaticamente a um padrão de conforto mais elevado. Assim, ele imagina que cargos importantes, casa, carro, eletrodomésticos, Internet, roupas de grife, celular e outras bugigangas podem melhorar a qualidade de vida.

   Em primeiro lugar, tenha em mente o seguinte: padrão de vida nada tem a ver com qualidade de vida. Padrão ou estilo de vida é medido pela quantidade de bens materiais e o nível de conforto que você pode ou deixa de obter. Qualidade de vida é medida pela quantidade de experiências positivas que você experimenta ainda que viva de maneira desconfortável.

   Em segundo lugar, ainda que você tenha amealhado uma quantidade razoável de bens materiais, dinheiro, fama e status, existem valores relacionados com a qualidade de vida que não estão presentes em tudo isso, dentre os quais vale a pena destacar: sentido de realização, reconhecimento, sentido de contribuição, paz de espírito e pertencimento, entre outros.

   Dessa forma, penso que o acúmulo de coisas e mais coisas não vai mudar o seu padrão de infelicidade, portanto, qualidade de vida não tem nada a ver com conforto. Qualidade de vida tem a ver com momentos inesquecíveis, emoções positivas, conquistas memoráveis e coisas foram do comum que, graças à sua capacidade de resiliência, persistência, perseverança, disciplina e foco, foram passíveis de realização.

   Definitivamente, qualidade de vida tem tudo a ver a com a superação de desafios. Ao contrário do que se imagina, milhares de aposentados se deprimem pouco tempo depois de deixar o trabalho em busca daquela tão sonhada qualidade de vida. Se a continuidade não for planejada, é o fim do desafio, da emoção, do reconhecimento e o início de uma jornada que nada tem de melhor idade.




   Se a qualidade de vida tem relação direta com a superação de desafios e a capacidade de realização do ser humano, é natural admitir picos de oscilação positiva e negativa durante toda a sua existência. Partindo-se do pressuposto que você não vai conseguir tudo, por maior que seja o esforço, mas pode conquistar muito, dependendo do seu esforço, prepare-se para os altos e baixos.

    Na prática, o que isso quer dizer? Momentos bons e ruins fazem parte da vida de qualquer pessoa, portanto, a forma como você administra esses momentos e as lições que você aprende a partir deles determina a sua qualidade de vida.

   Quer aumentar a sua qualidade vida? Não espere por milagres e soluções mágicas. Nada muda se você não tomar atitudes concretas para mudar seus hábitos a fim de extrair melhores resultados. Alguns pontos de reflexão poderão ajudá-lo nessa incrível jornada. Leia, releia, absorva, pondere com a família e os colegas de trabalho e sua vai mudar consideravelmente.

   Torne-se mais produtivo: pense no que você não faz e no que você pode fazer para conquistar o padrão de vida que deseja. O que você está fazendo para extrair o melhor da vida e o melhor de si mesmo? Suas metas e objetivos estão alinhados com os seus valores? Você usa o tempo a seu favor? Caminha regularmente?

   Reveja seus valores: eles estão inseridos em todas as áreas da sua vida; valores energizam o espírito e contribuem para aumentar o sentido de realização; aquilo que a sociedade apregoa é exatamente o que você deseja para si mesmo? Como você quer viver? Quem você quer se tornar? Que exemplo você quer deixar?

   Avalie seus desejos e necessidades: você precisa de tudo o que você compra? Seus desejos são legítimos ou cada vez que você se deprime vai para o shopping e estoura o limite do cartão? Existe algo que você pode abrir mão para desperdiçar menos tempo e energia e aumentar a sua qualidade de vida?

   Examine seus relacionamentos: que tipo de pessoas você atrai? Que tipo de relacionamento você deseja? Quantas pessoas você está carregando nas costas? Por acaso você é algum tipo de super-herói? Livre-se das sanguessugas.

   Reflita sobre seu emprego e sua empresa: qual é a empresa ideal para você? Como está o clima organizacional? Os valores da empresa estão alinhados com os seus? Será que é isso mesmo que você quer para sua carreira? A zona de conforto é sua eterna morada?

   Torne-se menos influenciável: quanto mais você pensa pela cabeça dos outros, mais afetável você se torna. Toda adversidade é causada por múltiplas responsabilidades. Não fuja da sua, mas não assuma a parte dos outros. Quanto mais você espera dos outros, mas você se frustra, portanto, não espere nada, não reclame e continue fazendo a parte que lhe cabe.

Pense nisso e seja feliz!

*Fonte: www.administradores.com.br

quarta-feira, 29 de setembro de 2010

Saúde: você toma cuidado com sua postura na hora de estudar ou trabalhar?

   Especialista dá dicas sobre a postura mais correta para o estudo e do trabalho

   Quando você sai do trabalho ou depois de algumas horas de estudo fica com as costas doloridas ou com algum incomodo na região do ombro? Caso sua resposta seja sim, cuidado, sua postura possivelmente está inadequada na hora de sentar.



  Profissionais que trabalham muito tempo em frente ao computador e estudantes que passam horas lendo devem ter atenção redobrada. De acordo com Ângela Lepesqueur, fisioterapeuta especialista em coluna e diretora do Instituto de Tratamento da Coluna Vertebral em Brasília, determinadas posições pode comprometer a coluna cervical do ser humano.



   Por isso, tomar alguns cuidados com a postura são fundamentais para evitar problemas sérios na coluna e garantir uma saúde perfeita no dia a dia do trabalho ou no horário do estudo.



   Segunda a fisioterapeuta, inicialmente deve-se ter atenção com os móveis que são utilizados. "A cadeira deve ter uma altura adequada, para que os pés fiquem bem apoiados no solo. O encosto deve ser confortável e se adequar bem às costas. Além disso, a pessoa deve manter o objeto central da atividade na altura dos olhos".



Onde você está estudando?



   Período de provas na universidade ou a proximidade de um concurso requer sempre mais estudos. Só que na ansiedade de aprender tudo o que é exigido para a prova, muitos estudantes e profissionais acabam realizando a atividade em qualquer lugar. E isso pode se tornar um problema ainda maior.



   Para quem escreve, há a necessidade de um apoio, para manter o grau de inclinação adequado. Exageros também devem ser evitados. "As pessoas não devem manter a mesma postura por mais do que 40 minutos. O ideal é que ela faça pequenas pausas, se levante, tome uma água e volte aos estudos", indica Ângela.



   Estudar deitado também pode ocasionar danos sérios à coluna. De acordo com a especialista, a posição pode causar desvios da musculatura. "Um lado sofrerá mais contratura ou relaxamento do que o outro. Sem considerar os posicionamentos articulares inadequados, que podem acarretar danos", afirma.



Iluminação?



   O ambiente de estudo ou do trabalho deve também ser bem iluminado, afirma Ângela Lepesqueur. Assim, além de prevenir danos à visão, ainda evita que a pessoa fique em uma posição desconfortável para a leitura. "O ideal é que se tenha à disposição uma mesa de apoio, que não pode ser muito alta, pois os braços vão permanecer longos períodos elevados, ou muito baixa, porque a coluna terá que se curvar para alcançá-la", aponta a fisioterapeuta.



*Fonte: www.administradores.com.br