|
terça-feira, 5 de janeiro de 2016
O que é uma NFS-e?
Marcadores:
armazenamento,
emissão,
ERP,
InvoiCy,
NFS-e,
RPS,
WebService
quarta-feira, 30 de dezembro de 2015
Publicada nova versão da NT2015/003
|
|
|
segunda-feira, 28 de dezembro de 2015
Como faço para emitir uma NFC-e no estado de São Paulo?
Para emitir uma NFC-e no estado de São Paulo o contribuinte e a software house, responsável pelo fornecimento do aplicativo comercial, precisa fazer um credenciamento junto a SEFAZ do estado.
O credenciamento é feito no menu "Credenciamento" no portal da NFC-e.
Para o credenciamento é necessário ter o certificado digital.
Requisitos básicos para que o contribuinte possa emitir uma NFC-e no estado de São Paulo:
- Acesso a Internet;
- Possuir certificado digital no padrão ICP-Brasil, contendo o CNPJ da empresa;
- Fazer o credenciamento como emitente de NFC-e (produção e ambiente de teste);
- Desenvolver ou adquirir um software emissor de NFC-e;
- Solicitar o Código de Segurança do Contribuinte (CSC) através do Portal da NFC-e (tanto para utilizar o ambiente de testes quanto para o ambiente em produção);
- Estar com a inscrição estadual regular;
- Ter um equipamento S@T ativo.
Como ativar o equipamento S@T
O primeiro passo para quem vai adquirir um equipamento S@T em São Paulo é consultar os fabricantes homologados. Ao comprar o S@T as instruções do fabricante devem ser seguidas.
Ativação do S@T - Passo a passo
1) Acessar sistema de retaguarda (link aqui);
2) Vincular ao equipamento S@T:
- CNPJ da Software House, fornecedora do aplicativo comercial (instruções aqui);
- CNPJ do contribuinte, contratante do aplicativo comercial (instruções aqui);
3) Ativar o S@T (feita através do AC ou pelas instruções do fabricante do equipamento S@T);
4) Vincular o aplicativo comercial ao equipamento S@T (instruções aqui);
5) Emitir pelo menos um CF-e em produção.
3) Ativar o S@T (feita através do AC ou pelas instruções do fabricante do equipamento S@T);
4) Vincular o aplicativo comercial ao equipamento S@T (instruções aqui);
5) Emitir pelo menos um CF-e em produção.
Fonte: SEFAZ - SP
Marcadores:
DANFE-NFCE,
NFC-e,
NFC-e São Paulo,
SAT,
SAT-CF-E,
SEFAZ SP
segunda-feira, 21 de dezembro de 2015
Você já imaginou se houvesse uma solução para facilitar a gestão de suas Notas Fiscais eletrônicas?
Em um país onde a fiscalização está cada vez mais atuante é preciso se preocupar com isso.
Pense que a empresa Blue vende canetas e é fornecedora da empresa Green, portanto a empresa Blue é o emissor e a empresa Green é o destinatário.
É de responsabilidade do emissor gerar um documento eletrônico em formato XML (NF-e) e também um Documento Auxiliar de Nota Fiscal Eletrônica (DANFE) referente a mercadoria vendida ao destinatário.
Ao emitir uma Nota Fiscal eletrônica (NF-e) a empresa Blue precisa se preocupar com o armazenamento do XML gerado a fim de garantir a apresentação junto à administração tributária caso solicitado.
Com isso ela evita receber multas por perda de XML que podem passar de R$ 1.000,00 dependendo do valor da nota e dos critérios do fisco.
A Blue também precisa enviar de imediato o XML via e-mail para a Green e o DANFE impresso junto com a mercadoria.
E onde entra a Green nesta história?
Bom, ela por sua vez também precisa fazer a guarda do XML recebido por e-mail pois, este é o documento que terá validade fiscal e não apenas o DANFE impresso.
E se, agindo de má fé, a Blue resolver alterar a nota emitida contra a Green?
Não há uma forma de a Green ter conhecimento sobre os XML’s emitidos contra seu CNPJ hoje, se ela não tiver uma solução que tenha essa função.
A Secretaria da Fazenda (SEFAZ), órgão que recebe e valida as Notas Fiscais eletrônicas, não consegue comunicar ao destinatário sobre qualquer nota inválida.
Com tudo isso, tanto para a Blue quanto para a Green é necessário que seja feito armazenamento e gestão das Notas Fiscais eletrônicas com segurança, integridade e facilidade pois, isso interfere no negócio de ambas.
Portanto, compartilhamos informações para ajuda-los a entender o FiscalDocs, nossa solução web, que tem essa função.
Marcadores:
armazenamento,
DANFE,
FiscalDocs,
Fiscalização,
fisco,
gestão,
NF-e,
XML
sábado, 19 de dezembro de 2015
Receita lançará revista sobre tributos
A Receita Federal do Brasil (RFB) informou que prepara a terceira edição da Revista da Receita Federal de estudos tributários e aduaneiros.
O periódico deve ser lançado em janeiro de 2016 e está aberto para recebimento de trabalhos e pesquisas.
A Revista da Receita Federal é uma publicação semestral destinada a divulgar trabalhos científicos relacionados à Administração Tributária e Aduaneira: artigos, estudos institucionais, jurisprudência comentada, inovações normativas e resenhas.
As contribuições estão abertas aos servidores da Receita Federal e a membros da comunidade científica nacional e internacional. Os textos podem ser escritos em português, inglês e espanhol.
Os trabalhos recebidos são analisados pelo sistema de avaliação por pares cega, em que os avaliadores não têm informações sobre os autores e nem os autores sabem quem participou da avaliação de seus trabalhos. Para informações, consulte site da Receita.
Fonte: DCI
Marcadores:
contribuição,
FiscalDocs,
Fiscalização,
fisco,
RFB
sexta-feira, 18 de dezembro de 2015
Alterações quanto a forma de cálculo da partilha do ICMS (NT 2015/003, Convênio 93/15 e Convênio 152/93)
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
quinta-feira, 17 de dezembro de 2015
Receita vai apertar o cerco em 2016 e aumentar a fiscalização
Com a introdução de novos mecanismos de fiscalização o fisco vai apertar ainda mais o cerco para as empresas em 2016. Somente neste ano, cerca de R$ 9 bilhões já foram apurados na malha fina da pessoa jurídica.
"Além das fiscalizações normais, pretendemos incrementar vários outros parâmetros no próximo ano. Em um deles, vamos cruzar dados das notas fiscais eletrônicas com os demais valores informados pelas empresas (como declaração de impostos e de notas emitidas por outras companhias)", revela Flávio Vilela Campos, auditor fiscal e coordenador-geral de fiscalização da Receita Federal do Brasil (RFB).
Essa operação é voltada, especificamente, para as empresas tributadas no regime de Lucro Presumido.
Campos ressalta ainda que as ações de fiscalização estão sendo e serão fundamentais para incrementar o caixa da União, em um momento de forte aperto fiscal e de retração da atividade econômica.
Na segunda fase da operação da malha fina jurídica, divulgada ontem, a RFB chegou a detectar suspeita de sonegações no valor de R$ 2 bilhões, provenientes da diferença entre os valores pagos de Imposto de Renda Pessoa Jurídica (IRPJ) e de Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL) e os montantes informados na Declaração de Tributos e Contribuições Federais (DCTF), referente ao ano-base de 2013.
A malha fina incluiu dessa vez 15 mil contribuintes, número menor do que o registrado na primeira fase da operação, em fevereiro deste ano (25.598 mil). Naquele mês, o fisco havia identificado uma diferença de R$ 7 bilhões nas declarações de impostos.
Para o coordenador-geral de fiscalização da Receita, a redução no número de contribuintes pegos na malha fina é consequência da maior atuação e do aprimoramento dos mecanismo de investigação do órgão. "Os contribuintes estão sendo incentivados a se regularizarem", comenta.
Campos destaca ainda que os trabalhos da RFB devem continuar cada vez mais rigorosos daqui para a frente.
Fonte: DCI
Marcadores:
FiscalDocs,
Fiscalização,
fisco,
impostos,
notas,
RFB
Assinar:
Postagens (Atom)
